Seguidores

6.4.11

Nota extra

Olá amigos do site Cinema Clássico, Pose For Me e Purviance.



Verifico feliz que estão sendo criados blogs muito bons com conteúdos abordando o Cinema Clássico. Sugiro nos unir e criarmos algo como um Grupo Brasileiro de Blogs Clássicos (ou outro nome que possamos combinar). Conheço algumas pessoas e blogs que fariam parte. Seria algo como o visto no blog http://clamba.blogspot.com/, algo como um ponto de encontro para nós, e divulgação mútua.
Estou convidando alguns amigos, como Junia Lemos, Daniele, Magda Miranda e o Antonio Nahud Junior, cujos trabalhos já conheço há algum tempo e admiro a qualidade para conversarmos melhor sobre o assunto.


Caso vocês tenham um blog que se encaixe também nesse perfil: abordando cinema classico, atores, atrizes, críticas, pode manter contato aqui ou através do meu email: carlamarinho@cinemaclassico.com


***************


ADENDO

Blogs até agora confirmados:


http://www.salalatinadecinema.blogspot.com (de Magda Miranda)
http://vintageeblog.blogspot.com/ (de Junia Lemos)
http://criticaretro.blogspot.com (de Letícia Magalhães)

18.8.10

Despedida

Olá, amigos, seguidores, pessoas que me acompanharam durante tanto tempo aqui nesse blog. O blog Purviance teve início no velho zip.net, há 10 anos, numa tentativa de ressuscitar algo que eu não encontrava na net: blogs e sites em português que falassem dos velhos astros e seus filmes magníficos. Com ele aprendi sobre os filmes, me atualizei sobre a vida dos atores e soube curiosidades. Hoje vejo que há vários falando sobre o assunto, e me alegro em ter contribuído, mesmo que tão pouco, para que outros também iniciassem seu espaço. Na verdade o Purviance não acabou, ele evoluiu para o site Cinemaclassico, que acaba me tomando todo o tempo que ainda tenho.

O Purviance merece todo o meu respeito, quase como uma pessoa física, pelo que me proporcionou ao longo dos anos. Creio que por isso, por essa consideração pelo espaço, e mesmo sabendo que não tinha mais condições de conciliar os trabalhos, permaneci tentando atualiza-lo. Mas o fato é que não consigo. E se não posso dar ao trabalho a classe e a qualidade que merece, prefiro encerrá-lo e convidar vocês para conhecerem meus outros sites.

Despeço-me aqui, agradecendo a consideração de todos, de amigos que fiz durante esse período e outros que sempre me acompanharam desde sempre. Nosso trabalho continuará no blog Pose-For-Me e no site Cinemaclassico.com.

No http://pose-for-me.blogspot.com, mais conhecido como meu vício, continuarei a postar as velhas fotos que merecem comentários de minha parte.

No site www.cinemaclassico.com  vocês encontram as curiosidades, notícias sobre o cinema clássico, biografias, sinopses e curiosidades de filmes e também um espaço para download de filmes que já são de domínio público.

Espero que vocês continuem nos acompanhando nesses dois espaços e agradeço novamente a consideração e amizade.

Carla Marinho

charchaplin@hotmail.com

Os 7 Ensinamentos da Família Corleone para se dar bem nos negócios

29.7.10

Theda Bara

Hoje, 29 de julho, seria aniversário da diva do cinema mudo, Theda Bara.

Os estúdios venderam a imagem de Theda Bara dizendo que ela era filha de um artista francês com uma amante árabe, e que seu nome, Theda Bara, era um anagrama de Arab Death (traduzindo, morte árabe). Na verdade ela jamais foi à França ou sequer passou perto do Egito.

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A verdade era menos interessante, e ela nasceu no Ohio, em 29 de julho de 1885, EUA, filha de um alfaiate judeu, e foi registrada com o estranho nome de Theodosia Burr Goodman. Além disso era muito tímida, chegando a exigir, durante as filmagens, que poucas pessoas estivessem nos estúdios e que ele, de preferência, estivesse às escuras.

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Apesar disso, ficou conhecida como uma das vamps do cinema, precursoras das mulheres fatais. A primeira grande sex symbol. Após o código de produção ser estabelecido em 1930, seus filmes foram banidos, devido aos figurinos transparentes e sensualidade.

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Foram mais de 40 filmes realizados entre 1914 e 1926. Destes, somente seis sobreviveram. Isso porque um grande incêndio na FOX, ocorrido em 1937, levou embora a maior parte deles.

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A atriz chegou a ganhar 4000 dólares por filme, quantia considerada exorbitante para a época. Também pudera, era, juntamente com Charles Chaplin e Mary Pickford, uma das mais populares estrelas do cinema mudo.
Fora de cena, ela viveu com sua mãe e irmãos em Nova York, seguindo para Los Angeles, atpé que o sucesso bateu-lhe a porta com Cleopatra (1917). Infelizmente não existem cópias deste filme sobrevivente, e as imagens que temos, é somente de fotografias.

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O fim da carreira começou quando ela se cansou da imagem de Vamp. Ela não queria mais renovar o contrato com a Fox, e depois de "The Lure of Ambition" (1919) deu um tempo das telas até o retorno, em 1925. No ano seguinte faria seu último filme, "Madame Mystery" (1926), em que fazia uma paródia de si mesma.

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A atriz terminou seus dias vivendo em Nova York, ainda rica, devido ao enorme sucesso que teve em sua juventude. Houve interesses em realizar uma cinebiografia sobre ela, em 1949, mas o projeto foi engavetado. Caso fosse realizado, traria Betty Hutton interpretando a atriz conhecida como a Serpente do Nilo. Theda morreu de câncer em Los Angeles, em 1955. Tinha 70 anos.

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26.7.10

Frase de Elizabeth Taylor, no Twitter

Espera aí, gente. Tenho ouvido vários rumores sobre alguém me interpretar em um filme sobre Richard e eu. Ninguém vai interpretar Elizabeth Taylor além da própria Elizabeth Taylor. Não enquanto eu não morrer e, no momento, estou curtindo viver. E pretendo continuar assim.

23.7.10

Al Cappuccino

Comercial da Vittoria Coffee com o nosso maravilhoso Al Cappuccino Pacino

10 Melhores momentos de Judy Garland no cinema

Publicado originalmente em http://cinemaclassico.com

 

10. In the Good Old Summertime (1949) - “I Don’t Care”

Porque: Judy em seu esvoaçante vestido vermelho gritando que não se importa se acham que ela é louca. O filme também traz Buster Keaton na platéia.

 

 

9.Broadway Melody of 1938 (1937) - "Dear Mr.Gable"

Porque: A música já fazia sucesso na época, e a letra homenageando Clark Gable foi colocada para homenageá-lo em sua festa de aniversário. Judy cantou na festa, e o resultado foi tão bom que foi encaixado no filme Broadway Melody of 1938.

 

 

8.Listen, Darling (1938) - "Zing! Went the Strings of My Heart"

Porque: A melodia foi gravada posteriormente por Frank Sinatra e não chegou aos pés dessa interpretação. Veja bem, estamos falando de Sinatra! Judy, bem novinha, canta a música para sua mãe no filme e arranca lágrimas da mesma. Pensando bem, que desalmada não choraria com uma canção dessas?

 

 

7.For Me and My Gal (1942) - Canção título

Porque: Esse filme foi o primeiro de Gene, e marcaria o início de uma dupla que atuaria junto em mais dois flmes, The Pirate e Summer Stock. Os dois estão muito lindinhos, ela fingindo tocar piano, e ele fofo como sempre:

 

 

6.The Pirate (1948) - "Mack The Black"

Porque: Mais uma vez a dupla Judy e Gene Kelly. A personagem de Judy finge estar hipnotizada e começa uma dança louca, dizendo-se apaixonada pelo pirata Macocco. Sem contar que este é o filme em que ela está mais linda (e que cabelos). Ela deu um trabalho imenso durante essas filmagens, mas quem lembra disso quando vê o resultado final?

 

 

5.Easter Parade (1948) -"A Couple Of Swells"

Porque: Definitivamente um dos momentos preferidos da própria Judy, que utilizaria as roupas em futuras apresentações solo. O interessante é que o número, criado inicialmente para ser interpretado mais uma vez por Judy e Gene Kelly (ele quebrou a perna antes de iniciar as filmagens) teve que ser feito pelo tradicional Fred Astaire. Eles buscavam fazer algo que tinha funcionado bem em The Pirate, um número de clowns.

 

 

4.Summer Stock (1950) - "Get Happy"

Porque: Essa música acabou se tornando uma das marcas registradas de Judy. Após um período internada, ela retornou para terminar as filmagens e estava mais em forma que nunca. O resultado foi esse clássico de superação, com Judy cantando para que todos fossem felizes. Apesar de tudo, o filme marcou sua despedida da MGM. Mas a cena ficou como um dos mais marcantes do cinema musical:

 

 

3.Meet Me in St. Louis (1944) - "The Trolley Song"

Porque: Uma música falando sobre um bonde? Isso não vai prestar. Foi o que disseram os produtores quando souberam. Judy emprestou seu toque pessoal ao fazer alterações na letra. Segundo a atriz, esse foi um dos únicos filmes em que ela se sentiu bonita. O motivo? Nele ela conheceu e se apaixonou por seu diretor, Vincent Minnelli, com quem teria Liza:

 

 

2. A Star is Born (1955) - "The Man That Got Away"

Porque: Sem dúvidas, quando Judy cantava uma música de fossa, ela sabia como fazer. Cantando para o homem que a deixara, você tinha vontade de agradecê-lo por isso, só por proporcionar momentos como esses:

 

1. A Star is Born (1955) - Born in a Trunk

Porque: O número musical é enorme, e a personagem Vicky faz um resumo do que seria sua vida nos palcos, iniciada quando nasceu em um teatro. São 15 minutos que lhe valeram o primeiro lugar de nossa lista:

 

 

 

Al Concours. Wizard Of Oz (1939) - Over The Rainbow

Porque: Considero esse filme além de qualquer lugar. É disparada a melhor música de todos os musicais. Pergunte a um cidadão do século passado quem é Judy Garland. Ele pode até não reconhecer, mas cite a música que logo verá que não lhe é desconhecida. Quando perguntada o que sentia quando a cantava, ela respondia com seu humor sarcástico: "experimente cantar em todos os shows de sua vida a mesma música e me diga se sente ainda alguma emoção! Não aguento mais cantá-la!" Não sei se ela foi sincera, mas há de se reconhecer que foi a música de sua vida.

 

21.7.10

Livro: COMO A GERAÇÃO SEXO-DROGAS-E-ROCK'N'ROLL SALVOU HOLLYWOOD

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Eu quero!

Olha a resenha que encontrei sobre esse livro (que está à venda na FNAC):

Livro invade a privacidade do cinema em Hollywood
Publicado em 28.06.2010, às 10h45
Ernesto Barros ebarros@jc.com.br

Apesar de lançado com mais de 10 anos de atraso no Brasil, Sexo, drogas e rock´n roll - A geração que salvou Hollywood, de Peter Biskind, preencheu uma lacuna significativa na estante dos amantes da sétima arte. Pela primeira vez, um livro-reportagem sobre os bastidores da meca do cinema foi além de fatos corriqueiros ao invadir a privacidade de diretores, produtores, astros e estrelas que modificaram a indústria cinematográfica a partir do final dos anos 1960. Como o apimentado relato deixou um gostinho de quero mais, a Editora Agir foi esperta ao lançar Os bastidores de Hollywood na Vanity Fair, que reúne 10 reportagens sobre filmes marcantes do cinema americano publicadas na revista entre 1999 e 2008.
O livro, organizado pelo editor da Vanity Fair, Graydon Carter, é bem dosado em sua divisão. A década de 1950, já com a crise se instalando em Hollywood, ganha ensaios sobre clássicos como A malvada (All about Eve, 1950), de Joseph L. Mankiewicz, Juventude transviada (Rebel without a cause, 1955), de Nicholas Ray, e A embriaguez do sucesso (Sweet smell of success, 1957), de Alexander Mackendrick. Ainda da mesma década comparece a desconhecida comédia Sob o signo do sexo (The best of Everything, 1959), do romeno Jean Negulesco.
Da década de 1960, já com Hollywood vivendo a nova ordem da produção independente, entram na lista a superprodução Cleópatra (1963), de Joseph L. Mankiewicz, A primeira noite de um homem (The graduate, 1967), de Mike Nichols, Primavera para Hitler (The producers, 1968), de Mel Brooks, e Perdidos na noite (Midnight cowboy, 1969), de John Schlesinger. Das décadas de 1970 e 1980, apenas dois filmes ganharam reportagens: Os embalos de sábado à noite (Saturday night fever, 1977), de John Badham, e Reds (1981), de Warren Beatty.
Peter Biskind, por sinal, assina reportagens sobre Perdidos na noite e Reds, dois filmes da Nova Hollywood. Um pouco como Kenneth Anger no seminal Hollywood Babylon, foi Biskind quem introduziu o gosto por histórias sensacionalistas como mais um elemento importante entre as relações de poder em Hollywood. De certa forma, é a busca pela informação correta, às vezes impedida de vir a luz em virtude da hipocrisia vigente em cada época, a grande sacada dos ensaios.

 


O autor aponta a revolução provocada durante a 42ª cerimônia do Oscar, na primavera de 1970, quando Perdidos na noite ganhou as estatuetas de melhor filme, diretor e roteirista (Waldo Salt). Até então, nenhum filme com censura X (não confundir com X-rated, que seria aplicado aos filmes pornôs de 1973 em diante) ganhara o prêmio máximo da Academia. Para Biskind, o sucesso de Perdidos na noite assinalava “simbolicamente a troca do poder da Velha Hollywood para a Nova Hollywood”. Já em Reds, o autor considera o filme como o último respiro da geração que mudou Hollywood. Com suas mais de três horas de duração, esta saga sobre John Reed, o mais esquerdista dos jornalistas americanos do início do século 20, cujo corpo está enterrado no Kremlin, ainda hoje suscita perguntas sobre sua realização, que muitos consideram incompreensível. Na mesma época, outra superprodução, o western O portal do paraíso, foi atacado pela crítica pelo alto orçamento e entrou para a história como um dos maiores fracassos de Hollywood, levando à falência o estúdio United Artist.
No entanto, são as reportagens dedicadas aos clássicos dos anos 1950 que trazem mais novidades, principalmente porque os jornalistas tiveram acesso aos arquivos dos estúdios e a fontes que nunca tinham ido tão fundo em suas memórias mundanas. No capítulo dedicado ao clássico A malvada, o autor Sam Staggs teve acesso a material inédito, guardados nos arquivos da Fox, para cascavilhar este que é considerado o ápice da carreira de quase todos os envolvidos no filme, como o diretor Joseph L. Mankiewicz e os atores Bette Davis, George Sanders, Anne Baxter, Thelma Ritter e Hugh Marlowe. Para a novata Marilyn Monroe, aparecer numa pontinha como uma acompanhante num filme detentor de seis Oscar a ajudou sobremaneira a ascender na carreira.

A VELHA MÁ - Mas são os detalhes extra-filme, geralmente sórdidos, que fazem a leitura valer a pena. A estrela mais em evidência, naturalmente, é Bette Davis, que interpreta a personagem principal de A malvada, Margo Channing. Por isso, abundam histórias sobre a estrela. A forma como Mankiewicz chegou à voz dela é muito interessante. Como Davis apareceu no set com a voz rascante, devido a uma briga com o marido (que logo se casaria com a babá da filha deles), o diretor disse que queria aquele tom cavernoso para a voz de Margo Channing. Assim, ela ficou a filmagem inteira com a voz de contralto carregada causada pelo rompimento de um vaso sanguíneo da garganta.
Apesar de estar numa posição privilegiada em A malvada, a carreira de Bette Davis não vinha nada bem. Estava mesmo em declínio. Após uma briga com ela, Darryl Zanuck, o todo poderoso produtor da Fox, jurou que ela nunca mais cruzaria as portas do estúdio. Mas, quando o roteiro chegou às suas mãos, Zanuck não viu outra alternativa senão convidar a atriz, que confirmou ser a escolha perfeita para o papel. Marilyn foi a principal vítima de Bette Davis, que dizia para todo mundo ouvir as frases mais difamantes sobre a jovem atriz. “Essa vagabundinha loura pensa que sabe atuar, e que basta sacudir o traseiro e sair arrulhando para roubar a cena. Como está enganada.” Anos depois, para se defender, Marilyn confidenciou à amiga Joan Collins, que fora companheira de Bette Davis no filme A rainha tirana: “Essa mulher odeia qualquer criatura do sexo feminino que seja capaz de andar com as próprias pernas. É mesmo uma velha má”.

BISSEXUAL - Sobre o seminal Juventude transviada, que mostrou ao mundo o poder da juventude na pele da turma chefiada por James Dean, as informações são mais esclarecedoras sobre o diretor Nicholas Ray. A principal delas é a confirmação da não muito conhecida bissexualidade do diretor, que durante o filme foi amante da adolescente Natalie Wood e do roteirista, mais tarde crítico e escritor, Gavin Lambert. Lambert contou a história do seu envolvimento com Ray para filha do cineasta, Nicca, que estava querendo escrever um livro sobre ele. “Antes de passarmos ao que interessa, acho melhor revelar algo: Nick e fomos amantes ocasionais numa certa fase. E ela respondeu: ‘Eu já imaginava’, o que eu achei de um despreendimento maravilhoso”.
Despertada sexualmente, Natalie Wood engatou logo um namoro com Dennis Hopper, que fazia parte da turma de James Dean ao lado de Sal Mineo. Hopper disse mais tarde: “Eu vinha de uma família de classe média muito convencional em San Diego (...) e estávamos na década de 1950, quando garotas que tinham acabado de completar 16 anos simplesmente não faziam coisas assim”. Para livrar o nome de Natalie, a mãe dela, Maria Gurdin, queixou-se à Warner, mas sem fazer qualquer referência ao diretor. A bomba foi acabar nas mãos de Hopper. “O estúdio veio em cima mim, e ele (Ray) apareceu na história toda como um anjinho”. Por outro lado, Lambert não é nada sutil quando define o amigo: “Nick muitas vezes se sentia fisicamente atraído por mulheres, mas não gostava delas. Tenho para mim que se ressentia dessa atração”.

 

Quem quiser comprar, tem na FNAC. CLica aqui

Natalie Wood, aniversariante

Ontem, 20 de julho, foi aniversario de Natalie Wood. Mas como estou em uma correria, nem deu para prestar a devida homenagem que ela merece; Fica aqui meu apreço por essa menina que cresceu e tornou sua vida (às vezes nem tão bela quanto os filmes por ela realizados) parte de nossa história:

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The Bangville Police (1913)

The Bangville Police foi o primeiro filme da Mabel Normand na Keystone, e traz pela primeira vez os policiais trapalhões, mais tarde conhecidos como “The Keystone Cops” e que rendeu muitos frutos para o Mack Sennett, dono da companhia. O legal é que nós podemos ver ele online no youtube (é curtinho, só 8 minutos):

15.7.10

Tony Curtis internado

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Tony Curtis, 75 anos, foi internado nesta segunda-feir (12) depois de sofrer com problemas respiratórias. Ele sofre de uma doença pulmonária crônica. Aguardamos sua saída do hospital.

Filmagens de O Mágico de Oz somente em 2011

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Segundo a revista Production Weekly, as filmagens do esperado O Mágico de Oz só acontecerão a partir de junho de 2011. A refilmagem do clássico de 1939, protagonizado por Judy Garland será na verdade uma releitura, ao estilo do que aconteceu com Alice no País das Maravilhas e será dirigido por Sam Raimi (O Homem Aranha I, II e III).

E continua a novela Polanski

Samantha Geimer photo

Pois é. Samantha Geimer tinha 13 anos quando foi abusada sexualmente por Roman Polanski. Agora, 33 anos depois, ela está cansada de toda essa novela em torno do assunto e pede para que a justiça americana encerre o caso.

Polanski está em prisão domiciliar em Gestaad desde dezembro de 2009. Geimer diz que já perdoou o cineasta e não entende porque continuam com o caso aberto. Ela já refez sua vida há muito tempo: é casada, mãe, e não acha que um velhinho de 76 anos vá ser ameaça para ninguém.

Polanski foi condenado por manter relação sexual com ela, que tinha 13 anos na época, na casa do ator Jack Nicholson.

Programação do Cine São Luiz (Recife)

PROGRAMAÇÃO DE 16 A 22 DE JULHO
SEXTA-FEIRA (16)
Sonhos Roubados (2010), de Sandra Werneck
Classificação: Livre
Horário: 14h e 16h30
Sessão de Arte
Um dia muito especial (1977), de Ettore Scola
Horário: 20h
Classificação: 18 anos

SÁBADO (17)
Sessão de Arte
Um dia muito especial (1977), de Ettore Scola
Horário: 10h
Classificação: 18 anos
Sessão Cine Cabeça*
*Entrada franca
Classificação: Livre
Horário: 14h
A Pedra da Riqueza (PB) – 1976, de Vladimir Carvalho
Paraíba Masculina Feminina Neutra (PE) – 1982, de Jomard Muniz de Brito
Rock em João Pessoa (1995), de Rodrigo Rocha
Aruanda (PB) – 1960, de Linduarte Noronha
Sonhos Roubados (2010), de Sandra Werneck
Classificação: Livre
Horário: 16h30 e 19h

DOMINGO (18)
Sessão Infantil
Alice no País das Maravilhas - DUB (2010), de Tim Burton
Classificação: Livre
Horário: 10h e 14h
Sonhos Roubados (2010), de Sandra Werneck
Classificação: Livre
Horário: 16h30 e 19h

SEGUNDA-FEIRA (19)
Não há exibição

TERÇA-FEIRA (20)
Sonhos Roubados (2010), de Sandra Werneck
Classificação: Livre
Horário: 14h, 16h30 e 19h

QUARTA-FEIRA (21)
Sonhos Roubados (2010), de Sandra Werneck
Classificação: Livre
Horário: 14h, 16h30 e 19h

QUINTA-FEIRA (22)
Sonhos Roubados (2010), de Sandra Werneck
Classificação: Livre
Horário: 14h, 16h30 e 19h

SERVIÇO
Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175, Boa Vista)
Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (estudantes, idosos acima de 65 anos e crianças até 12 anos)

Casa de Marilyn Monroe à venda

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Quem quiser e puder adquirir, está à venda a casa onde a diva Marilyn Monroe foi encontrada morta há 48 anos. A casa construída em 1929, composta por  quatro quartos, três banheiros, piscina e jardim, e localizada no bairro de Brentwood, custa US$ 3,6 milhões.

Marilyn comprou a residência por US$ 90 mil em 1962, e viveu lá seus últimos seis meses de vida. Vejam mais fotos:

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8.7.10

Cinderela e Jeanne D’Arc, 1899

Que delícia ver esse filme de George Meliès, realizado em 1899. Sim, 1899. O filme também traz um experimento em cores, sendo tingido a mão! Vale muito a pena

conferir.

Também de George Meliès (o cara), Jeanne D’Arc, onde ele também fez experimentos a cores:

Para baixar Cinderela todinho, clique aqui.

Para baixar Jeanne D’Arc, clique aqui.

6.7.10

Com vocês a nova Barbarella

Robert Rodriguez irá refilmar Barbarella, e já escolheu a atriz que fará o papel que imortalizou Jane Fonda: Rose McGowan.

McGowan é namorada de Rodriguez. Só lembrando que a primeira versão, realizada há 40 anos foi dirigida por Roger Vadim, que na época era casado com Jane.

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Novo curta metragem em homenagem a Louise Brooks

 

Recentemente, o estudante francês Sebastian Pesle lançou um curta entitulado "Loving Louise Brooks". Muito bem feito, vale a pena conferir.
É um trabalho de 11 minutos que fala da obsessão de um jovem cineasta com a estrela do cinema mudo.

2.7.10

Retrato de Liz Taylor é vendido por US$ 10 milhões

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O retrato de Liz Taylor, pintado por Andy Warhol em 1963 superou as espectativas e foi vendido por US$ 10 milhões pela casa Christie’s de Londres. O quadro não era visto pelo público desde 1989 e fazia parte de umleilão de arte conteporânea.

Morre Ilene Woods, dubladora de Cinderela

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Ilene Woods, escolhida entre 300 jovens para dublar Cinderela na animação de 1944 faleceu hoje (2 de julho) aos 81 anos. Antes de estrelar o desenho da Disney, ela já tinha um programa de rádio, do qual participava desde os 14 anos.

Além de dubladora, Woods era também cantora e atriz.

 

Documentário celebra 109 anos de Vittorio de Sica

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Aos 109 anos de seu nascimento, a ser celebrado no dia 7 de julho, o diretor italiano Vittorio de Sica terá uma homenagem digna. Hoje está sendo lançado o documentário de Mario Canale e Annarosa Morri, “Vittorio de Sica – Minha Vida, Meus Amores”, que traz um making off de seus filmes, além de mostrar polêmiacas e entrevistas com atores e amigos, como Clint Eastwood, Ettore Scola, Woody Allen e Mario Monecelli. Sica é considerado o precursos do cinema neorrealista na Italia.

Filme remasterizado de Elvis nos cinemas americanos

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Muitos que não assistiram Elvis terão oportunidade de ver, e aqueles que viram, de rever "Elvis on Tour: 75th Anniversary Celebration". O filme, que mostra imagens e entrevistas do documentário realizado em 1972, quando ele fez uma turnê por 15 cidades, será exibido em mais de 460 salas nos Estados Unidos em 29 de julho. Priscila Presley, sua ex-esposa e Martin Scorsese participam do filme, que trará ainda algumas imagens nunca exibidas. O especial foi dirigido por Robert Abel e Pierre Adidge e traz também a primeira aparição do astro no programa “Ev Sullivan Show”.

Será a homenagem americana aos 75 anos do astro, morto em 1977, em sua casa em Graceland.

Para quem não tiver a oportunidade de ver, não se desesperem. O filme fará parte de um box que trará 17 filmes em versão DVD e Blue-Ray com lançamento previsto para 3 de agosto.

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