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18.12.07

Ana Karenina

Em Ana Karenina (1935) Greta Garbo interpreta a personagem homônima, uma mulher casada, com um filho, e que, durante uma viagem conhece Alexey (Fredrich March), por quem acaba se apaixonando. Essa é uma adaptação de uma novela de Leon Tolstoi, produzido pela primeira vez por David O. Selznick, e tendo como diretor Clarence Brown.
O adultério e a paixão são o tempero dessa tragédia envolvente, cercada de um misto amor, medo, pecado e aventura, que culminam num grand finale.
Apresento alguns motivos pelos quais vale a pena ver esse filme:
Garbo é sempre Garbo. E ponto final.
Adultério é um tema considerável a ser desenvolvido.
Greta está sofisticadíssima (Como sempre) e o trabalho do câmera faz com que a imagem dela esteja sempre em evidência.
Também vale a pena a interpretação de Fredich Marsh (o amante) e Basil Rathbone (o marido ultrajado).
Eu estou indicando.

A segunda versão, de 1998, foi interpretada por Sophie Marceau também vale a pena ser vista. Conta ainda com Sean Bean eAlfred Molina.
Porque lembrei desse filme? Porque amo Greta Garbo. Lembrei-me do final e fiquei com vontade de revê-lo. Quem puder...

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