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18.12.07

Brigitte Bardot

Essa francesa, nascida em 1934, causou uma revolução no conceito de sensualidade. Em “E Deus criou a mulher” (1956) acabou por influenciar o modo de ser de milhares de mulheres do mundo. Esse foi também o primeiro filme de Brigitte, então descoberta por Vadin (com quem mais tarde se casou). Com uma imagem forte, e cujo sex-appeal baseava na mistura de sensualidade e inocência, ela conseguiu para si todos os flashes. Usava os cabelos loiros sempre despenteados, e acentuava o ar natural os lábios grossos e olhos enormes. Na moda ela popularizou as camisetas (sobretudo as pretinhas), os vestidinhos curtos e decotados, e foi uma das primeiras a assumir publicamente o uso dos biquines. Além do que acabou por desbancar as loiras fabricadas por Hollywood, pois parecia uma mulher de verdade mesmo. E não era só visual não, Brigitte sempre foi uma mulher de atitude.
Sua vida pessoal não era indiferente a isso, pois seus casos (após o divórcio com Vadin) acabaram por chamar tanto a atenção quanto sua carreira propriamente dita, com a Igreja católica demonstrando enorme desagrado com sua atitude. Casou-se ainda mais duas vezes e teve dois filhos.
Depois de se aposentar como atriz, criou uma fundação de proteção aos animais ameaçados de extinção, em 1976. em 1985 ela ganhou um prêmio da Legião de Honra da França. Dentre suas boas ações, destaca-se também a doação de jóias para aparo aos pequenos animaizinhos.
Recentemente ela foi condenada a pagar uma multa de 5mil euros, por racismo, no seu livro “Um grito no silêncio”. Nessa obra, publicada em 2003, ela fala mal de árabes, negros e clandestinos, tratando eles como se fossem bárbaros e responsáveis por atos terroristas. Mesmo assim o livro foi o mais vendido do ano.

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