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18.12.07

Lana Turner

Lana nasceu em 1920, em Wallace, com o nome de Julia Jean Mildred Francês Turner (grande, né?). Foi descoberta para o cinema muito nova, já em 1937 (no filme “As aventuras de Marco Pólo”). Logo conseguiu o estrelato, ao fazer mulheres fatais e muitas vezes promíscuas, ficando famosa como uma “platinum blonde”. Eram uma espécie de continuação de sua vida particular. Somente depois da guerra ela foi interpretar personagens mais maduros, ganhando um Oscar em “Peyton Place” (1958).
Sua vida privada (não tão privada assim) foi um verdadeiro caos. Casou-se oito vezes (duas com o mesmo marido). Uma das lendas de Hollywood dá conta que Frank Sinatra (que mantinha um romance com as duas), encontrou Lana e Ava Gardner nuas em sua cama. Bem, pode muito bem ter sido uma espécie de vingancinha das duas, ou realmente um caso de lesbianismo. O fato é que elas negaram veemente, e depois que Ava foi viver na Europa, as duas não mais se encontraram.
Mas o maior dos escândalos de sua vida aconteceu em 1958, quando sua filha Cheryl Crane, apunhalou o amante de sua mãe (Johnny Stampanato ) até a morte. Dizem que ele abusava sexualmente da garota, que acabou, num momento de desespero matando-o. Isso deu matéria para muitas páginas de revistas e tablóides de fofoca, e para livros biográficos. Recentemente eu li um livro sobre uma filha que matava o amante da mãe (que também era amante dela). A mãe era artista plástica, muito egoísta, e o autor deixava entender que ela é que era a assassina. Chamava-se “Escândalo em família”. O autor parece que era Irving Wallace. Não tenho certeza. O fato é que achei bem parecido com a história de Lana e sua filha.
Por conta dos escândalos, da imagem abalada, sua estrela foi aos poucos se apagando. Na década de 80 ainda participou de uma série televisiva de pouco sucesso “Falcon crest” e publicou algumas biografias. Faleceu em Los Angeles, de câncer na garganta, em 1995.

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