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18.12.07

O mágico de Oz - Wizard of Oz

Acabo de ver pela terceira vez O mágico de Oz hoje. Comprei nas Americanas, junto com Lolita, de Stanley Kubrick. Um agrado para meu filhote e outro para mim. Valeu a pena. Já tinha visto algumas vezes, na minha infância, e o fato que mais me chamou a atenção foi de que o filme AINDA chamar a atenção das crianças. Meu filho de 3 anos Charles , simplesmente a-d-o-r-o-u. Meus sobrinhos também já tinham visto na escola e quiseram rever. Prova que o mundo dos sonhos independem de época. As crianças de hoje em dia continuam as mesmas, de dez anos atrás, de 50...
(Em mim, ver Judy Garland tão novinha e ainda livre dos problemas que a acompanhariam toda a vida é um pouco estranho. Acostumada que já estava com a imagem dela drogada e infeliz. Causa até, certo ponto não uma depressão, mas uma tristezinha que não sei de onde vem, mas acho que é de ver algo que não existe mais. Faz-me pensar um pouco na vida, no que somos hoje e no que nos tornaremos. Não sabemos. Às vezes nem imaginamos. Sei lá.).
Esse filme, que teve sua estréia em 1939 traz uma Judy Garland de bochechas rosadas e com 16 anos. A vaga foi também disputada por outra atriz bastante conhecida na época, a Deanna Durbin. Hoje fica difícil imaginar outra Dorothy que não a de Judy. A história, baseada no clássico de L. Frank Baum é considerada um dos grandes triunfos da MGM.
Dorothy, fugindo de casa com seu cachorrinho Totó, embarca numa viagem ao mundo do imaginário. Lá conhece o Espantalho (Ray Bolger), o Homem de lata (Jack Haley) e o Leão Covarde (Bert Lahr). Músicas embalam todo o filme, em especial a inesquecível Over the Raimbow. Coisas estranhas acontecem, mas nada que surpreenda tanto a ingênua Dorothy (meu Deus, como ela AMA aquele cachorrinho!).
E depois de ter assistido a este filme tantas vezes num mesmo dia, percebo que, mais do que uma aventura num mundo desconhecido, é um embarque à nossa própria infância, lá onde os sonhos ainda estavam guardados e a esperança era que todos os sonhos seriam realizados. Como eu pensava. Como Charles (meu filhote) ainda pensa. Quiçá seja verdade. E que permaneça assim durante muito tempo, bastando só fechar os olhos e bater nossos sapatinhos para que se realizem.

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