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27.12.07

Um vulcão coberto de neve

Quem olha para a doce Grace Kelly nem imagina o que essa garota já aprontou. Segundo o livro “A vida sexual dos Ídolos de Hollywood”, de Nigel Cawthorne, sua vida sentimental foi, no mínimo, bem movimentada. Com a imagem de uma mulher aristocrática, com tez suave e modos de princesa (mesmo antes de se tornar uma), ela se firmou em Hollywood. Era conhecido do meio o fato de que ela conseguiu muitos papéis através do “teste da cama”. Hedda Hopper chegou a intitulá-la como “ninfomaníaca”.
Nascida em berço de ouro, graças ao trabalho de seu pai, um irlandês que trabalhou duro toda a vida. Aos 15 anos sua beleza já chamava a atenção e já recebia pedidos de casamentos. Segundo Grace, perdeu a virgindade por acaso: “Fui a casa de uma amiga e ela tinha saído. Fiquei conversando com o seu marido e acabamos na cama”.
Depois de ir para Nova York, para fazer teatro, começou a se envolver com pessoas do meio. Teve um caso com Alexandre D’Arcy, que tinha o dobro da idade dela. Segundo D’Arcy, era uma mulher muito fogosa, bastando só toca-la para incendia-la. Na mesma época, iniciou um romance com seu professor, Don Richardson, judeu e divorciado (fato que a família dela não aprovava). Ele teria dito que foi a garota mais linda que ele já viu nua. O próximo da lista foio xá do Irã Aly Khan.
O primeiro artista com quem ela teve um caso foi Gary Cooper (bem conhecido com um garanhão). Seguiram-se Clark Gable (por quem ela se apaixonou perdidamente, enquanto que para ele, ela era só mais um flerte), Ray Milland (com quem contracenou em “Disque M para Matar”, casado), Bing Crosby (que vivia à época com problemas co sua esposa doente), William Holden (que fez com ela As pontes do Toko-Ri), Oleg Cassini (famosíssimo estilista), dentre outros.
Em 1955 conheceu e casou-se com o príncipe Rainier. Seus pais a princípio foram contra o matrimônio, mas concordaram ao ver o charme do Principado de Mônaco. Para o casamento, foram feitos exames de fertilidade. Ela explicou ao médico que o hímen havia sido cortado em um jogo de hóquei. O casamento (de verdade) durou poucos anos, e ela logo se mudou para um local mais confortável onde pudesse criar seus herdeiros. Foi uma boa mãe. E estava disponível para novos romances. Cary Grant foi um deles. Mas a vida após Rainier merece um outro capítulo. Muito mais extenso. Que merecem outro capítulo a parte.

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