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2.1.08

Documentário sobre Marlon Brando é exibido em festival criado por De Niro



Um novo documentário sobre Marlon Brando mostra que ele ainda fascina os fãs que lembram da sua extensão e emoção bruta durante uma carreira impressionante, que o fez evoluir de símbolo sexual a ativista político e obeso recluso.

"Brando", com estréia no Tribeca Film Festival, de Nova York, argumenta que ele continua sendo o padrão diante do qual os atores são medidos, quase três anos depois da sua morte e 60 anos depois de ele maravilhar a Broadway com sua atuação em "Uma rua chamada pecado".

O festival, que termina em 6 de maio, foi criado pelo protegido de Brando, Robert De Niro, e tem a presença de especialistas familiares com a obra de Brando.

Mesmo assim a platéia na exibição de duas horas e 45 minutos na noite de quinta-feira uivou às gargalhadas nos clipes humorísticos dos filmes mais famosos de Brando e ficou sentada em impressionante silêncio em partes mais agudas, como na cena em que diz: "Eu poderia ter sido um lutador", de "Sindicato dos ladrões", de 1954.

O produtor Leslie Greif, que criou o documentário junto com o escritor Mimi Freedman, disse que a palavra "ícone" foi usada demais, mas é apta para Brando.

"É isso que Marlon Brando é e foi, porque ele foi o primeiro. Ele era um ator que se desnudava, ficava bruto", disse Greif em uma entrevista.

Fonte

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Um comentário:

Anônimo disse...

Se alguém quiser saber o que um ator pode chegar a ser, mas a maioria não consegue, pode ter alfumas dicas assistindo esse filme.

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