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17.12.09

Sangue de Pantera, 1944

Irena Dubrovna (Simone Simon) é vítima de uma maldição: ao ficar brava ou ser contrariada, transforma-se em uma pantera.

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Ela se casa com um rapaz que pacientemente aceita viver sob o mesmo teto com ela sem, digamos assim, finalizar o coito, pois se isso acontecer ela vira fera. Isso mesmo que vc ouviu: literalmente fera. Com isso o casamento não é consumado.

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Seu marido até então paciente promete não contrariá-la, embora não acredite muito em sua história de maldição e tal. Mas acontece que ele tem uma mui amiga no trabalho que vive dizendo que lhe ama, e que odeia vê-lo tão triste (sei…).

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A desgraça está feita. A esposa pantera parte em busca da quase amante Alice (sim, porque o rapaz a essa altura já está se apaixonando também) e começa a atentar contra a vida dela, rasgando roupas e matando pobres ovelhinhas que aparecem no seu caminho.

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Irina consulta um psicólogo (não muito profissional) que a aconselha a soltar a pantera dentro dela. Doido para aproveitar a situação. E ela começa a surtar, saindo no meio da noite, e se desesperando quando o marido finalmente pede a separação.

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O filme tipo B foi feito com um orçamento tão apertado que não foi possível nem incrementar a coisa, mostrando a transformação de Irina em pantera. No lugar disso utilizando um jogo de sombras que até ficou interessante.

O final (não resisto a um spoiller), mostra um marido tão conformado quanto irreal, com uma frase sem sentimento ou qualquer amor que seja dizendo: “é, ela tinha razão. era mesmo uma pantera”. Então tá.

Um comentário:

Magda Miranda disse...

Adorei esse post.

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